25.11.07

Somente muitos minutos mais tarde é que você, relutante, vai aceitar a existência das coisas fantásticas, quando, guardando cerveja na geladeira, deixa uma delas cair. Milagrosamente, a longuinéque não se quebra. E eis que, ainda a duvidar da normalidade, e mesmo pressentindo a sobrenaturalidade assombrosa das coisas imprevisíveis, segue produzindo diálogos desta natureza:

– Ah, não quebrou, menina, mas isso não é possível – e beija a chapinha de metal –, devia mais era ter quebrado: eu NÃO posso fazer isso com você! – e faz um cafuné no rótulo.

Espero que seja apenas alcoolismo. E não insanidade total e irreversível.

3 comments:

Amanda said...

Olá...
conheci seu blog por causa da Roberta e gostei muito! Seus textos são carregados de um humor sadio e sarcástico (será isso possível?!?) de dar inveja!

Dá um olhada no meu blog tbm... Os textos são mais modestos, a autora nem sempre...rs

Abraço!
Amanda

Biajoni said...

toma um EPOCLER.
:>)

r. silva said...

puxa, amanda, é bom que tenha gostado. manda um abraçãozão pra beta! e cadê o endereço do teu blog? seu perfil não está público...

dr. biajoni, obrigado. vou adicionar ao que já tomo: engov, sal de frutas e, às vezes, bisuisan.